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O Mercado de Alimentação Saudável e seu Impacto no Varejo


Que o mercado de alimentação saudável é uma tendência não é segredo para ninguém. De acordo com o estudo realizado pela Euromonitor em 2018 o faturamento deste setor foi de US 446 bilhões de dólares com uma margem de crescimento média de 1,8% ao ano de 2013 a 2018. Neste mesmo período, o mercado de alimentação regular cresceu 1,3% ao ano.


O Brasil não foge à regra, onde o mercado de saudáveis no país de 2009 a 2014 cresceu 98% (Euromonitor). Em 2019 teve um faturamento de USD 35 bilhões e assumiu a quarta posição do ranking mundial. Hoje 35% da população alega ter uma dieta equilibrada e 14% diz que procura ter uma dieta com alimentos mais naturais. Neste mesmo grupo, pouco mais da metade alega consumir alimentos in natura e aproximadamente 25% produtos menos processados. Já 33% se preocupa com teor de sódio, gordura e açúcar, mostrando quais são as prioridades deste público (Instituto QualiBest).


Já em grandes redes varejistas como St Marche, Pão de Açúcar e Carrefour os espaços destinados a produtos saudáveis e orgânicos vem crescendo, oferecendo assim para os seus clientes novas opções de consumo.


Em 2018 foi inaugurado no Brasil o primeiro supermercado especializado em saudáveis, o Super Saudável, que fica localizado na região de Pinheiros - São Paulo Capital. Liderado por André Nassar (Chairman of Board do Grupo MGB - Giga/Mambo), tem como missão facilitar o acesso à mudança de hábitos, promover o bem-estar e a saúde, além de seguir a tendência Clean Label (Saiba os benefícios da Dieta Clean Label).



Mas Qual Foi o Impacto da Pandemia no Mercado de Alimentação Saudável?


De acordo com dados iniciais do Estudo Nutrinet Brasil, realizado pela Nupens/USP (Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo), que se iniciou em Janeiro de 2019 e vai monitorar o padrão alimentar de 200 mil brasileiros até 2029, a frequência no consumo de alimentos saudáveis aumentou de 40,2% para 44,6% durante a pandemia. A hipótese dos especialistas realizadores da pesquisa é que esse comportamento se deve ao fato de por conta do isolamento social, as pessoas fiquem mais em casa e preparem o seu próprio alimento.


Com isso, este mercado que já estava em ascensão, com a crise do COVID se tornou ainda mais relevante.


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